Domingo de manhã é o melhor momento para conhecer o Centro Histórico de Curitiba. A Feira do Largo da Ordem toma as ruas de paralelepípedo com barracas de artesanato, comida e música, e os principais pontos históricos ficam a poucos passos uns dos outros. Tudo se faz a pé em três ou quatro horas.
Para pegar a feira cedo, chegue no sábado: do Hotel Pinheirinho ao Largo da Ordem são cerca de 20 minutos, com trânsito leve no domingo de manhã. Reserve direto pelo site ou pelo WhatsApp e garanta o melhor preço.
A Feira do Largo da Ordem
A feira acontece aos domingos, de manhã até o início da tarde, entre o Largo da Ordem e a Praça Garibaldi. São centenas de barracas com:
- Artesanato em madeira, couro, cerâmica e tecido.
- Antiguidades, discos de vinil e objetos de coleção.
- Pinhão, doces coloniais e lembranças do Paraná.
- Pastel de feira, caldo de cana e comidas típicas de várias regiões.
- Músicos de rua e apresentações espontâneas.
Chegue até as 10h: depois disso o fluxo de pessoas fica intenso, principalmente em feriados.
Os pontos históricos

Foto: Marhaian Figueiroz Bello, CC0 (domínio público), via Wikimedia Commons
Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas. A igreja mais antiga de Curitiba, do século XVIII, no próprio Largo da Ordem.
Casa Romário Martins. Considerada a casa mais antiga da cidade, hoje um espaço cultural. Uma construção simples que mostra como era Curitiba colonial.
Ruínas de São Francisco. Paredes de pedra de uma igreja que nunca foi concluída, no alto do bairro São Francisco. À noite, o entorno vira ponto de encontro boêmio.
Memorial de Curitiba. Prédio contemporâneo inspirado na araucária, com exposições sobre a história da cidade, ao lado da feira.
Rua das Flores. O calçadão da Rua XV de Novembro, a poucos minutos, foi uma das primeiras ruas exclusivas para pedestres do país.
Roteiro a pé de domingo
| Horário | Parada |
|---|---|
| 9h | Mercado Municipal (abre às 7h aos domingos) |
| 10h | Feira do Largo da Ordem |
| 11h30 | Igreja da Ordem e Casa Romário Martins |
| 12h30 | Pastel de feira ou almoço no São Francisco |
| 14h | Ruínas de São Francisco e Rua das Flores |
Para a primeira parada, veja o nosso guia do Mercado Municipal de Curitiba, que fecha às 13h aos domingos.
Dicas de segurança
Em dias de feira cheia, leve celular e carteira em bolsos frontais ou bolsa cruzada. Prefira pagar com cartão ou Pix e evite circular com muito dinheiro.
O que comer na feira
A Feira do Largo da Ordem também é um passeio gastronômico. Entre as barracas, procure:
- Pastel de feira e caldo de cana, o combo clássico.
- Pinhão cozido, no outono e no inverno.
- Doces coloniais, como cucas, geleias e bolachas caseiras.
- Comidas típicas de várias regiões do Brasil, em barracas espalhadas pela feira.
Como chegar e estacionar
Saindo do Hotel Pinheirinho, são cerca de 20 minutos de carro até o centro. Aos domingos, as ruas próximas à feira ficam tomadas pelas barracas, então o ideal é deixar o carro em um estacionamento privado das redondezas e seguir a pé. Outra opção é ir de aplicativo e desembarcar na Praça Tiradentes.
Outros pontos a poucos passos
Praça Tiradentes e Catedral. A praça é considerada o marco zero de Curitiba, e a Catedral Basílica de Nossa Senhora da Luz domina a paisagem. Fica a poucos minutos de caminhada do Largo da Ordem.
Passeio Público. O parque mais antigo da cidade, inaugurado no século XIX, fica a cerca de 15 minutos a pé e é um bom lugar para descansar depois da feira.
Perguntas frequentes
Que dia tem a Feira do Largo da Ordem? Todos os domingos, pela manhã e início da tarde.
Dá para fazer o Centro Histórico a pé? Sim. Todos os pontos deste roteiro ficam a menos de 15 minutos de caminhada entre si.
Reserve direto e economize
Para aproveitar o domingo no Largo da Ordem, chegue no sábado. Reservando direto com o Hotel Pinheirinho, pelo WhatsApp ou pela página de contato, você garante o melhor preço, sem taxa de intermediário. Café da manhã e estacionamento inclusos.
Fontes e links úteis
Créditos das imagens: capa: Guilherme Scholz Portela from Colombo, Brasil, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons; no texto: Marhaian Figueiroz Bello, CC0 (domínio público), via Wikimedia Commons.



