Curitiba é cidade de café. O clima frio, a herança europeia e uma geração de baristas premiados fazem da pausa para o cafezinho um programa por si só. Este roteiro mistura confeitarias tradicionais do centro, casas de cafés especiais e cafés escondidos em livrarias e museus.
O primeiro café é por nossa conta: no Hotel Pinheirinho o café da manhã está incluso na diária, e o centro fica a cerca de 20 minutos. Comece o dia bem e saia para o roteiro. Reserve online ou pelo WhatsApp.
Confeitarias tradicionais

Foto: Monica Kaneko from Sao Paulo, Brasil, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons
Confeitaria das Famílias (Rua XV de Novembro). Uma das confeitarias mais antigas da cidade, em pleno calçadão da Rua das Flores. Vitrines de doces finos, tortas e salgados assados, com atendimento de balcão e clima de outra época. É parada obrigatória durante um passeio a pé pelo centro.
Docerias de imigrantes. Pela cidade há padarias e confeitarias de tradição alemã, polonesa e ucraniana. Procure strudel, cuca, pão de mel e tortas de frutas vermelhas.
Cafés especiais
Lucca Cafés Especiais. Uma das referências pioneiras em cafés especiais na cidade, com torra própria e métodos filtrados. Bom lugar para provar grãos brasileiros de origem controlada.
Na mesma linha, Batel, Mercês e São Francisco concentram cafeterias de terceira onda, com espresso tirado na hora, métodos como V60 e prensa francesa e grãos à venda para levar.
Cafés em livrarias e museus
- Café do MON: pausa entre as exposições do Museu Oscar Niemeyer, com vista para a área externa.
- Livrarias do centro e do Batel: várias têm café integrado, ótimos para ler com calma num dia de chuva.
- Café do Mercado: na área externa do Mercado Municipal, depois das compras.
Roteiro de café em uma tarde
| Horário | Parada |
|---|---|
| 14h | Confeitaria das Famílias, na Rua XV |
| 15h30 | Cafeteria de cafés especiais no São Francisco |
| 17h | Café de livraria no Batel |
Dica para quem vem de carro
O centro tem estacionamento rotativo e estacionamentos privados. Nos fins de semana, o mais prático é estacionar uma vez e fazer o roteiro a pé: Rua XV, Largo da Ordem e São Francisco ficam a poucos minutos de caminhada.
Doces para provar
A tradição das confeitarias de Curitiba vem das famílias de imigrantes. Alguns doces que vale procurar:
- Cuca: bolo de origem alemã com farofa doce por cima, muitas vezes com frutas.
- Strudel: massa fina enrolada, recheada de maçã, canela e passas.
- Pão de mel: coberto de chocolate e ótimo para levar de lembrança.
- Tortas de frutas vermelhas: presentes em quase toda vitrine da cidade.
Café em dias de frio
No inverno, a pausa para o café vira programa. Além do espresso, peça um chocolate quente encorpado, um chá ou um café com especiarias. Muitas cafeterias reforçam o cardápio de bebidas quentes entre maio e agosto, quando as tardes ficam mais curtas e frias.
Para quem trabalha durante a viagem
Várias cafeterias do Batel e do centro funcionam como escritório improvisado, com mesas amplas e Wi-Fi. Prefira os horários fora do almoço e consuma ao longo da estadia, por cortesia com a casa. Para os dias de trabalho mais longos, o Hotel Pinheirinho tem Wi-Fi em todos os ambientes, e empresas podem conhecer as condições corporativas.
Combine com outros passeios
O roteiro de cafés encaixa bem num dia no centro. Comece pelo Mercado Municipal, caminhe até o Largo da Ordem e termine na Rua das Flores. Aos domingos, inclua a Feira do Largo da Ordem, com barracas de doces coloniais.
Perguntas frequentes
Qual a confeitaria mais tradicional de Curitiba? A Confeitaria das Famílias, na Rua XV de Novembro, é uma das mais antigas e conhecidas.
Onde tomar café especial em Curitiba? Batel, Mercês e São Francisco concentram as melhores cafeterias de cafés especiais.
O primeiro café do dia é por nossa conta
No Hotel Pinheirinho o café da manhã está incluso na diária, com Wi-Fi de alta velocidade e restaurante próprio. Comece bem e saia para o roteiro de cafés depois. Veja as acomodações.
Fontes e links úteis
Créditos das imagens: capa: Monica Kaneko from Sao Paulo, Brasil, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons; no texto: Monica Kaneko from Sao Paulo, Brasil, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons.



